quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

SILÊNCIOS





À sombra de todas as vozes,
escondem-se silêncios opacos, difusos,
que se mesclam ao clamor dos sons.
É preciso desvendar-lhes o contorno impreciso
para pressenti-los nas entrelinhas sonoras
dos seus oscilantes movimentos.





Elizabeth F de Oliveira
Foto Manuel Madeira

12 comentários:

Greice Vieira disse...

Dedilhando perfeição no Silêncio das tuas letras. Adorei. #clichê

Beijos cobertos de saudade.

alice disse...

que o poema seja a luz suficiente para que se cumpra essa vontade. um beijinho.

Graça Pires disse...

As palavras. Os silêncios. É com eles que os poemas se tranformam na claridade que nos ilumina a alma.
Um beijo, minha querida amiga.

apaixonado disse...

O silêncio às vezes fala muito mais que as palavras.
Bjos

mundo azul disse...

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É na quietude interna que vamos ouvir a voz desse silêncio...

Muito lindo e reflexivo o seu poema!


Beijos de luz e o meu carinho...

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Nilson Barcelli disse...

É preciso desvendar-lhes o contorno... mas não é nada fácil...
Elizabeth, minha amiga querida, o teu poema é magnífico. Gostei imenso.
Beijos.

Jortas disse...

Este poema foi uma pausa, não para o café, mas para desvendar no contorno do horizonte a sombra das palavras.
Magnífico.

Vieira Calado disse...

Olá, boa noite, amiga!

Depois duma prolongada e forçada ausência

aqui estou de novo, aos pouquinhos,

a visitar os amigos.

Saudações minhas

A.S. disse...

No meio do silêncio, todas as emoções são mais intensas...

Beijos,
AL

partilha de silêncios disse...

É preciso saber "ouvir" os silêncios para desvendar os contornos.

beijinhos

O Árabe disse...

Silêncios... é preciso que a eles nos acostumemos, para que possamos ouvir o que nos dizem. :) Boa semana!

A Conxurada disse...

Os silencios...pódeno dicir todo ou ser a causa de todos os males.

Gostei, coma sempre.