quarta-feira, 2 de março de 2011

MEIA-LUZ







Sempre vivi
Intercalada de saudades,
mergulhada, semanticamente,
na latência dos sonhos.
É como se a aurora
nunca raiasse em meus dias,
coexistindo em mim
um crepúsculo permanente de vida.
A timidez da luz
sempre foi constante
no céu do meu domínio,
instaurando perenemente
uma meia-claridade de sonhos
e velados anseios.





Elizabeth F de Oliveira
Foto Bluu

8 comentários:

Gisela Rosa disse...

Um beijo Elizabeth,

Gostei muito do que li
e do que vi aqui.


Um beijo para você

Graça Pires disse...

"A timidez da luz" há-de transformar-se em luz plena que dará ao teu coração a claridade das estrelas. Terás os teus dias iluminados porque venceste as sombras que te rondavam. Gostei muito do poema.
Um grande beijo, Elizabeth minha amiga.

Vieira Calado disse...

Os sonhos são um meio anseio

meio realidade...

bjs

A.S. disse...

Luz é fonte de vida! É a Origem do universo! A beleza do crepúsculo dura apenas instantes...
Deixa que a Luz te envolva na suavidade dos seus raios. Descobrirás outros horizontes!
Gostei do teu poema...


Beijos meus,
AL

Verinha disse...

Parabéns Elizabeth por este seu cantinho lindo!
Beijocas em seu coração..
Verinha

Nilson Barcelli disse...

Elizabeth, posso estar muito enganado, mas este poema define-te bastante. Para além disso o poema é excelente. Gostei imenso, querida amiga.
Beijos.

O Árabe disse...

E à meia luz entre os sonhos e a realidade, vivemos todos. Belo texto, boa semana.

Vieira Calado disse...

Olá, amiga!

Vim ver se havia novidades...

Deixo

Bjsss