quarta-feira, 10 de abril de 2013

DÉDALO








Percorro a singular
geografia do teu universo,
imerso de palavras, acordes
e imagens que tão
bem definem a genealogia
do teu desencanto.
Dédalo de emoções,
onde a tristeza peregrina
paralela à solidão;
ínvio caminho,
margeado pela veemente 
eloquência do silêncio.




Elizabeth F. de Oliveira
Foto: autoria desconhecida

8 comentários:

Nádia Santos disse...

Um lindo poema. Bjus

A.S. disse...

Vai chegar o momento em que o silêncio grita!...


Beijos, Beth!
AL

O Árabe disse...

"Eloquência do silêncio"... só os verdadeiros artistas são capazes de sentí-la! Belo texto, bom resto de semana.

Nilson Barcelli disse...

Há desencantos assim, bem pesados...
Excelente poema. Gostei muito.
Um beijo, querida amiga.

vieira calado disse...

Bem bom, este seu poema, de fim de semana.
E a propósito:
Bom fim de semana!

Bjssss

Aureliano disse...

Olá, Elisabeth!

Obrigado pela visita sempre cordial e prazerosa.
Este seu poema é terno como o silêncio e permeia o labirinto onde sempre nos encontramos, ainda que perdidos.

Abraço,

Aureliano.

Graça Pires disse...

Venho aqui para visitar "a singular geografia do teu universo poético. Um poema cheio da sensibilidade. Gostei.
Um beijo, minha querida amiga.

Anônimo disse...

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