
Bebo o mar
na boca dos meus dias,
na ânsia de matar a sede dos olhos.
Sorvo a maresia nos lábios,
mastigo o sal das areias.
Assisto o divagar das ondas,
ensaiando o vai-e-vem
para algum lugar que não se concretiza;
é a minha esperança imersa
na orla dos meus dias.
Elizabeth F. de Oliveira
Foto Pedro Noel da Luz
19 comentários:
Versos magnificos e tocantes.
http://desabafos-solitarios.blogspot.com/
Contigo também "bebo o mar...na orla dos meus dias"!
Um abraço Elizabeth!
"Bebo o mar
na boca dos meus dias,
na ânsia de matar a sede dos olhos"
Que belo começo Elizabeth. O mar é tão infinitamente azul que faz sede...
Um beijo grande.
O azul do Mar sacia tódlas sedes...
Fermosa conxunción imaxe e palabra.
Unha aperta grande Elizabeth.
:)
Aiii que saudade do mar... Esse poema me deixou com mais saudades ainda!! Acho lindo seus poemas. Parabens!! Marcello ta aqui do meu lado e manda beijos.
A maravilha da tua alma aqui patente...
Doce beijo
Excelente poema querida amiga, vc escreve magnífica poesia. Parabéns.
Beijos.
Um belíssimo poema de puro requinte. Também parabenizo a foto do Pedro Noel.
Bom encontrar mais um espaço de esmero bom gosto.
Abraços!
"Para algum lugar que não se concretiza"..
Nós aguardaremos juntas, até que essas lugares se concretizem em nossas vidas! Assim será!
Beijos
Nascido das aguas de Ogum beira mar,, Sou o que sou: Sal e vento, areia de padecimento e pedra em mutação! assim entendo; e sorvo deste teu, evento poético de cismas e rimas bem ajustadas! Voltarei...
Que bom tem você como parceira na latinidade, meus parabens pelas poesias que falam pela alma, muito bonitas mesmo...
Agora eu queria ter o imenso prazer que vc pudesse ver os meus dois blogs, www.pelosimepelonao.blogspot.com(poesia)
www.movimentofraga.blogspot.com(filosofias)
espero ve-la, deixe-me um comentario pra dizer pelo menos, passei por aqui...
Boa sorte
Eis que a todos os dias, somos forçados a beber o mar dos nossos sonhos. Belos versos, boa semana!
Lindo! Os dois primeiro versos são muito belos e tudo o resto os secunda, é, aliás - para mim - um poema muito equilibrado e do melhor que tenho lido teu. Gostei
mesmo MUITO!
Um beijo, Elizabeth.
When no one else can understand me when everything I do is wrong
You give me hope and consolation you give me string to carry on
And you’re always there to lend a hand in everthing I do
That's the wonder, the wonder of you.
And when you smile the world is brighter you touch my hand and I am king
Your kiss to me is for the fortune your love for me is everything
I guess, I'll never know the reason why you love me as you do
That's the wonder, the wonder of you.
(The White Cliffs of Dover, England)
Bete,
Fico muito feliz pela “evolução” da tuas letras ... a cada dia mais me surpreendo e torço para que sua mensagem chegue cada vez mais longe ...
Obrigada por dividir conosco a sua florada da emoção
Sua amiga, leitora e admiradora
Vanessa
Moi fermoso, coma sempre.
Lindo!!!
Um belo navegar no azul da subjetividade.
Belo poema, o blog está maravilhoso! Parabéns!
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